NA AREIA, TODO CORPO É LIVRE: O VÔLEI DE AREIA E A COMUNIDADE LGBTQIAP+

O som das risadas, o sol queimando a pele, a bola subindo contra o vento, mais do que um esporte, o vôlei de praia é uma experiência coletiva. Ele combina movimento, convivência e celebração, unindo corpo e mente numa mesma energia.

Além de fortalecer pernas, braços e core, a prática melhora a resistência cardiorrespiratória e estimula a coordenação e o equilíbrio. A irregularidade da areia aumenta o esforço físico, o que faz o treino ser completo e prazeroso.

Mas o que torna o beach volley realmente especial é o que acontece fora dos pontos marcados. Esportes coletivos como este geram pertencimento, autoestima, conexões reais e bem-estar emocional. Estudos apontam que atividades em grupo reduzem sintomas de ansiedade e fortalecem redes de apoio sociais.

Para a comunidade LGBTQIA+, o vôlei de praia tem se mostrado um refúgio — um espaço onde é possível ser quem se é, sem julgamentos. A quadra de areia vira palco de diversidade, liberdade de expressão e união. Jogar é resistir, celebrar e existir.

No Brasil, a cena cresce: grupos, coletivos e torneios queer estão ocupando as areias de norte a sul, reforçando o poder social e afetivo do esporte. Cada partida se torna um ato político e poético, um lembrete de que a inclusão também acontece quando jogamos juntos.

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